Jamais deixe sua namorada ir sozinha à Academia!

11 01 2011

Uma das áreas mais comum de atuação para o profissional formado, o estagiário ou o calouro de Educação Física é a academia e as variadas modalidades referentes a este ambiente de trabalho. Uma grande parcela dos profissionais de Educação Física vislumbra essa área como sua nova forma de atuação e aplicação do conhecimento adquirido durante a Graduação e ocupam as inúmeras vagas no mercado de trabalho destinado a esses profissionais.

Neste ambiente de trabalho o profissional enfrenta diversas situações em que sua ética e sua moral estão em jogo e de quebra o futuro e a imagem da profissão como um todo. Talvez por um tipo de fetiche ou pela imagem que o professor constrói de si mesmo o professor em uma academia é constantemente assediado por alunos (as) e cabe a ele fazer julgamento sobre o que está em jogo e o que ele realmente valoriza.

É meu caros… os urubus também sobrevoam propriedades particulares!

Com a minha experiência em academias conheci o lado obscuro desta situação: Quando o professor de Educação Física assedia as alunas. O profissional aprende a valorizar a beleza estética do corpo, em geral os professores buscam ter um corpo adequado aos padrões estéticos da sociedade e isso ocorre principalmente em academias, onde o professor deve ser um exemplo a ser copiado pelos alunos, isso facilita o contato com os alunos e também o assédio.

É comum em uma academia a aluna se aproximar e assediar o professor, talvez por um fetiche, talvez por ele ter um porte físico melhor que o seu parceiro, ser mais comunicativo ou por estar sempre em contato com ele e pela atenção que ele dispensa aos alunos. Nesse ponto o profissional tem que saber separar o trabalho do prazer e saber que isso prejudica a imagem da profissão, já que muitos maridos, namorados ou pais terem uma imagem errônea do professor de Educação Física e isso traz à profissão uma imagem de promiscuidade e falta de ética ou normas de conduta.

Muitos professores se aproveitam do fato de estar sempre em contato com novas mulheres e estão sempre abertos a relações extra-profissionais que começam no ambiente de trabalho; uma das primeiras recomendações que ouvi ao começar a trabalhar em uma academia foi: seja profissional! Dispense as alunas! Conheço diversos professores que não tem pudores e deixam alunos esperando durante um treino, sejam homens ou idosos, e despende uma atenção especial à aluna ‘mais gostosa e linda’ presente na sala de musculação e de tanto insistir acaba tendo um caso com ela.

O que acontece depois é; a aluna sai da academia, já que ao final de mais uma relação temporária ela fica envergonhada de estar no ambiente com o mesmo cara, que agora está dando a mesma “atenção” para outra garota. O pai e os amigos passam a ver com maus olhos qualquer profissional, por achar que é um tarado; e por fim essa é a imagem que acaba sendo repassada ao profissional de Educação Física: o modelo, bombado que pega todas as mulheres da academia.

Cabe ao profissional refletir, ‘pego’ a aluna que está me dando mole, solto meu charme e minhas melhores cantadas, ou mantenho uma postura ética e uma conduta ilibada no meu trabalho para não desvalorizar minha profissão e meus colegas que repudiam qualquer ação que vá denegrir a imagem do educador físico?



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